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Requisitos

A prática deve ser realizada por, no mínimo, três pessoas conectadas simultaneamente à internet.

Os participantes devem estar vestidos com roupas confortáveis.

O ambiente deve ser confortável, seguro e minimamente silencioso, permitindo concentração e repouso.

 

Procedimento 

Primeira parte

Cada participante deve identificar, em um sonho ocorrido na semana anterior, três elementos relacionados a:

– uma cor;
– um espaço ou lugar;
– uma palavra ou som.

Em seguida, cada pessoa deve relatar brevemente seu sonho ao grupo, destacando de forma clara e objetiva os três elementos escolhidos.

Considerações iniciais

Durante o relato, é importante que os elementos mencionados sejam descritos com precisão suficiente para que possam ser compreendidos pelos demais participantes. Não é necessário interpretar o sonho, apenas apresentar os elementos selecionados.

Segunda parte

Após todos os participantes compartilharem seus relatos, cada pessoa deve programar um alarme para tocar após 21 minutos.

Em seguida, deve deitar-se no chão ou em outra superfície confortável, posicionando o celular com a câmera próxima à cabeça, conforme acordado previamente pelo grupo.

Durante esse período, o participante deve repousar, permitindo o surgimento espontâneo de imagens, sensações, pensamentos ou estados de devaneio. Não há obrigatoriedade de dormir. Caso o sono não ocorra, a prática permanece válida.

Ao término dos 21 minutos, com o toque do alarme, cada participante deve relatar ao grupo se foi possível perceber o surgimento, a aproximação ou a ausência dos elementos compartilhados anteriormente.

Esta prática tem caráter investigativo e educativo. Não se trata de exercício terapêutico, clínico ou diagnóstico. A participação pressupõe atenção aos próprios limites físicos, emocionais e sensoriais.

Cada participante pode interromper ou adaptar a prática a qualquer momento, sem necessidade de justificativa. O repouso não é obrigatório, e nenhuma experiência específica é esperada ou exigida.

O respeito aos limites individuais e ao consentimento contínuo é um princípio fundamental da prática.

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